Pois é, hoje começa a Copa da África - pelo menos a festividade, jogo que é bom e eu não gosto só amanhã.
Meu relacionamento com o futebol é conturbado para os padrões de um país que não criou o esporte mas que é a referência maior nele. Nunca fui muito de jogar, menos ainda de assistir, apesar de desde sempre ser corintiano, mas este é um fato implícito nas pessoas daqui: neste país, da mesma forma como se nasce católico se nasce corintiano ou flamenguista, depende de seu estado natal, o que torna justíssimo, apesar dos últimos acontecimentos, chamarmos, corintianos e flamenguistas, de co-irmãos.
Mas voltando ao eu futebolístico, a última vez em que joguei uma partida, excetuando aqui as brincadeiras casuais com irmãos, primos e companhia, foi em 2003, lá se vão, portanto, quase 10 anos, e isso graças a obrigatoriedade das aulas de educação física, que, claro, também detestava.