Um ano sem Michael Jackson
Feliz Natal
Até 2010.
**Update

Tá, eu sou fão do trabalho do Nate Wragg, o desenhista da inusitada árvore de Natal aí do lado, mas esta árvore de Natal feita com livros que foi publicada no The Book Bench me fascinou.
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Imagens: Book Christimas Tree, Nate Wragg Art and Illustration,
Dia do Orgulho Nerd

Direitos
- O direito de ser ainda mais nerd.
- O direito de não sair de casa.
- O direito de não ter um par romântico e de ser virgem.
- O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
- O direito de se associar a outros nerds.
- O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.
- O direito de ter tantos amigos nerds quanto quiser.
- O direito de não ter que estar "no estilo".
- O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de vista.
- O direito de expressar sua nerdice.
- O direito de dominar o mundo.
Deveres
- Ser nerd, não importa o quê.
- Tentar ser mais nerd do que qualquer um.
- Se há uma discussão sobre um assunto nerd, você tem que dar sua opinião.
- Guardar todo e qualquer objeto nerd que você tenha.
- Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um "museu da nerdice".
- Não ser um nerd genérico. Você tem que ser especialista em algo.
- Assistir a qualquer filme nerd na noite de estréia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.
- Esperar na fila em toda noite de estréia. Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.
- Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado à nerdice.
- Tentar dominar o mundo!
Sempre fui nerd. No meu tempo - tenho só 23 anos, mas, como as coisas hoje em dia evoluem numa velocidade intrigante, sou bastante velho em alguns aspectos, ainda mais se se levar em conta que sou do tempo em que pesquisa era feita na Barsa e computador só existia na prefeitura - ser nerd não era nada tão, como posso dizer, glorioso. Se você era nerd queria dizer que você era magrelo, tímido, chato pra cacete, inteligente e impertinente nas aulas, e com um - único - amigo descolado que olhava de cara feia para qualquer um que tentasse te intimidar quando você pedia à professora mais matéria para casa, e que jogava por você e por ele nas aulas de Educação Física.
No meu tempo, não existia internet, e essa afirmação é catastrófica. Muita gente não consegue se lembrar do tempo em que não existiam os blogs, o Facebook, o Twitter ou os servidores P2P. E muita gente prefere esquecer os tempos onde não tinham à disposição uma rede mundial onde podem se manifestar, abertamente, para a veneração - ainda que invejosa - de outros nerds. Os nerds, e creio que o melhor seria ter escrito "nós", fizeram da internet um território todo seu, um espaço seguro onde se proclamaram geeks - aqui me excluo - e puderam dominar o mundo, nem que apenas o informacional.
É uma revolução? Não sei. Tem muita coisa ruim envolvida, os geeks tendem a desprezar os novatos, temem a proliferação do Twitter entre os usuários do Orkut, e só ouvem quem possui um nível determinado de relevância na meritocracia informacional da internet, por mais ridícula que essa sentença possa parecer - e talvez seja. Fazem com os novatos, ou com os sem importância nesta meritocracia aquilo que os "descolados" faziam com eles na escola. É uma repetição ridícula e digna de pena. Muitas vozes da verdade que circulam na Internet poderiam ser caladas com umas gotas de Atroveran. Falar para chocar é a alternativa dos fracos e psicologicamente combalidos. Assim como quem os ouve.
É dificil separar o trigo do joio, mas talvez seja necessário.
Feliz dia do orgulho nerd, aos nerds de antigamente.
Um dia das mães
Acho justo contar como começou o dia das mães da minha mãe, a Maria de Fátima, ou Teca, como todos a conhecem, e creio que este está passando longe de ser um dia das mães perfeito.
Tudo começou pouco mais da meia noite, quando senti que a gripe que tive semana passada, e que me parecia curada, estava voltando com força total. Com o peito pesado (quem tem bronquite asmática sabe bem do que estou falando) fui deitar bem mais cedo que de costume para um sábado, bem agasalhado e com a esperança de que estaria bem hoje de manhã.
Mas que nada. Lá pelas três da madrugada acordei assustado, com a cabeça doendo muito e o peito pesado ainda mais pesado. No mesmo instante tive uma certeza: era falta de ar. Acordei meu irmão que acordou minha mãe, então se iniciou a rotina de quem tem filho com bronquite: procurar atendimento médico o mais rápido possível, fazendo massagem nas costas dele para que respire melhor.
Morar numa cidade de interior com menos de 3 mil habitantes tem suas (algumas vezes muitas) desvantagens, como a falta de pronto socorro. O mais próximo fica a 60 km, em Presidente Prudente. Minha mãe quis ligar para chamar uma ambulância, insisti que não estava tão ruim assim, bastava tomar a medicação na farmácia que ia melhorar. Ela, claro, relutou, mas dei o melhor sorriso que pude e ficou decidido: iríamos à farmácia. E não, a farmácia daqui não fica plantão, o jeito é se esguelar embaixo da janela do farmacêutico, mas isso não é um problema, mãe faz de tudo para ajudar um filho.
Depois de tomar duas injeções fomos pra casa - no carro do farmacêutico (esta é uma vantagem de se morar em cidade pequena), adormeci rápido e acordei quase agora um pouco melhor.
Queria postar alguma coisa mais elaborada, mas me faltam forças, terminando aqui vou me deitar. Só lerei o post dos outros participantes amanhã, então até lá. Ah, a Vanessa publicou um excelente post que fala sobre o que é ser mãe aqui, não deixe de ler. E aqui você vê os links para os outros participantes.
E não, uma "mera" crise asmática não é - nem foi - desculpa para deixar minha mãe sem um bom beijo e abraço logo pela manhã, e ela também faz questão, mesmo correndo o risco de pegar gripe :P
Um beijo D. Teca. Que dia das mães estranho hein? Obrigado por tudo, abraços.
Atualizando
Domingo de Páscoa

Fonte da imagem
Sexta-feira Santa
Segundo a Wikipédia:
A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.
Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é um dos raros dias em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.
Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.
A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.
Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.
O Carnaval e Eu
A idéia é falar sobre coisas ou fatos que aconteceram no Carnaval. Bem ou mal, todo mundo tem uma história de Carnaval.
Nunca fui fã de Carnaval. Por aqui, nos 3 ou 4 dias de festa tocam axé, pagode e sertanejo, ou seja, tudo o que eu não gosto. De uns tempos pra cá também estão tocando funk, mas, por mais que me esforce, não consigo me imaginar dançando o créu sem um generoso sentimento de ridículo.
Em cidade pequena festas como estas dependem diretamente da prefeitura municipal, se não há verba, não há festa, simples assim. Pra minha felicidade, quase sempre não há verba, então...bem, então resta assistir aos desfiles pela Globo, o que é bom, pois é uma festa pra gringo ver, mais organizada, bonita e eróticamente competente :P
Tenho duas lembranças distintas de festas de Carnaval que participei. Na mais antiga devia ter uns cinco anos de idade, e minha mãe me fez ir a uma matinê, debaixo de um sol dos infernos usando um ridículo chapéu de plástico amarelo com uma pena enfiada numa fita.
Claro que foi o que aconteceu. Sai meio que voando meio que me debatendo pelo chão até parar uns metros à frente, duvido que meus companheiros de corrente tenham percebido alguma coisa, aliás quase ninguém percebeu, a não ser quando outras três correntes foram ao chão depois de me pisotear. Não me lembro quem me ajudou a levantar e me levou pra casa, minha última lembrança é ver o garoto que mais me olhou torto por causa do chapéu estar dançando com o meu chapéu enfiado na cabeça; e o Silvio Santos ainda mandava a ver na cantoria com seu coração corintiano.
A segunda lembrança é um pouco melhor. Tinha 19 anos e quase me acabei de pular e beber numa festa de Carnaval, mas não, eu não estava comemorando o Carnaval, estava comemorando minha aprovação no vestibular da Unesp, uma coisa inesperada para quem apenas estudou em casa, ainda mais para quem só estudou geografia e história. Naquele ano, era 2005, tive motivos para comemorar, estava aprovado numa excelente universidade, e no curso de meus sonhos: Biblioteconomia.
Que eu me lembre, nunca antes tinha dançado ou bebido tanto, e poucas vezes estive tão feliz. Recebi uma avalanche de felicitações, de "você merece" ou "eu já sabia", e de velhos professores dizendo "eu fui professor dele", ao que a diretora da escola na qual sempre estudei (ela também minha ex professora) completava "e sempre estudou na nossa escola". Naquele ano me juntei a meu irmão, graduando em Física na Unesp, e minhas primas, uma graduada em Pedagogia na Unesp e mestranda na Unicamp, a outra graduada em Geografia na Unesp e mestranda na USP (as duas irmãs), e passei também, a ser uma espécie de atestado da qualidade do ensino público daqui. E, claro, naquele Carnaval também tiveram as cervejas grátis. Mas não passou disso, ou pelo menos o que posso contar aqui não passou disso.
Este foi um bom Carnaval como pano de fundo para a comemoração de uma realização pessoal, pena que não tenha durado tanto. Um mês depois adoeci, pensei que fosse morrer e de todos os cantos vinham parentes me visitar (acho que eles pensavam que sua visita era um tipo de extrema unção), e pra Biblioteconomia tive de dizer adeus.
Infelizmente não ficaram registros nem de A nem de B, nenhuma foto, nada. Só lembranças. Mas já é o suficiente. Ao menos para mim.
Este ano não teremos Carnaval por aqui, pois é, não teremos verba. Mas pra quem vai curtir a folia em algum lugar, peço juízo, e lembrem-se, pior que se separar do amor de verão é a gravidez pós Carnaval.
Sexta13

Hoje é sexta feira, 13. Desde muito cedo aprendemos a meio que temê-la, e depois a levar na brincadeira conforme o tempo passa. Nos cinemas, a data tem como ícone Jason Voorhees, protagonista da série [duh] Sexta-feira 13, que, porque não dizer, rivaliza com a figura do gato preto como símbolo maior da data. Mas o "evento" tem muito mais histórias pra contar, como mostra a, claro, Wikipedia.
"Uma Sexta Feira 13 ou seja, uma Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado um número de coisas completas como 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou os 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerada um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) temos o mais azarado dos dias.
Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução na cruz e Judas provavelmente por suicídio.
Antes disso, porém, existem versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos".
Gato preto? Fujam :)
São Sebastião

De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 (depois da Era Comum) com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Porém, Sebastião não faleceu, foi atirado no rio, pois foi dado como morto e encontrado muito longe de onde foi atirado e socorrido por Irene (Santa Irene). Mas, depois, foi levado novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que lhe fosse espancado até a morte. Mesmo assim, ele não teria morrido. Acabou sendo morto transpassado por uma lança.
Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: Historicamente o edito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da Era Comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece um pouco precoce. O simbolismo na História, como no caso de Jonas, Noé e também de São Sebastião, é vista, pelas lideranças cristãs atuais, como alegoria, mito, fragmento de estórias, uma construção histórica que atravessou séculos.
O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval - surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.
Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos."
Controvérsias à parte, a fé em São Sebastião aqui no Pontal do Paranapanema segue forte, onde o santo é o padroeiro de, pelo menos, três cidades.
Doodle de Ano Novo
Jingle Cats - Merry Christmas To All
Doodle de Natal V
Mensagem de Natal Coca-Cola
Doodle de fim de ano IV
Mensagem de Natal Kopenhagen

Mas Natal também é muito mais que isso.
É renovação, esperança, alegria, magia,
velas, nascimento, adornos e estrelas.
Uma data do bem, uma época de muita luz.
Claridade que ilumina sua vida,
que aquece seu coração.
Brilho para celebrar com intensidade
ao lado de quem você mais gosta.
Para dar asas aos seus sonhos, para voar
confiando no brilho das estrelas e
chegar onde se deseja chegar.
Basta acreditar e ter esperança.
Esperança nos próximos anos.
Que reluzem em sonhos mágicos
e surgem diante de novos tempos.
Assim é o Natal iluminado Kopenhagen.
Um Natal que marca para sempre.
Mensagem de Natal Avon
Bem comercial, não!?!
No site também está disponível para download uma música de Natal.







