Dunga nunca foi meu anão preferido. E dificilmente o será, já que, desde minha adolescência, meus anões preferidos são Glóin, e seu filho, Gimli. E ainda soma-se a isso o fato de que, nos últimos tempos, Dunga tem estado mais para Zangado, e com uma boca bem porca.
Se existe uma característica comum a quase todo brasileiro é a memória curta: a algumas semanas atrás, Dunga era um idiota, burro e outros adjetivos menos lisonjeiros, mas foi só sair vencedor em duas partidas e tornou-se um rei, quiçá uma Branca-de-neve - com a boca, claro, bem porca.